Quanto custa viajar para o Japão?

Ano novo, vida nova, posts novos no blog! Já faz um tempinho que eu estou planejando novas temáticas para abordar aqui, mas como gosto de datas e marcos, resolvi aproveitar o ano novo para começar… E de quebra responder uma pergunta que muitos fazem: quanto custa viajar para o Japão?

Uma coisa que eu aprendi ano passado é a fazer as contas, em todos os aspectos da minha vida. Sei que muita gente acha isso chato, cansativo, confuso e até desanimador, mas descobri que a maioria das coisas que a gente quer fazer muitas vezes são mais baratas do que imaginamos e principalmente, que é muito mais fácil se planejar quando temos uma meta a bater e que é muito mais fácil (e até legal!) juntar dinheiro quando a gente sabe exatamente quanto custa o que a gente quer realizar. Então resolvi ir atrás e calcular quanto gastaria para realizar vários sonhos que eu tenho e que aposto que muitos de vocês têm também, daí o resultado dessas continhas e de todos os planejamentos, vocês podem ver aqui no blog toda segunda-feira. Inicialmente vou postar quanto custa coisas que realizei recentemente, como a minha viagem ao Japão e à Coréia, mas se vocês tiverem dicas, sugestões ou projetos mais ambiciosos para eu orçar, por favor me avisem, sugestões são muito bem vindas e no fim das contas, por mais que eu ame planejar e orçar coisas que quero fazer, pensei em posts assim justamente para animar, inspirar e mostrar para vocês que tudo é possível nessa vida, então espero que gostem <3

Eu já falei em um vídeo quanto custou a minha viagem pro Japão e para a Coréia, mas muitas são as dúvidas a respeito disso e esses valores podem flutuar de acordo com alguns fatores que explicarei, então resolvi separar as viagens e orçar separadamente pra vocês, quanto custa fazer cada uma das viagens e quanto eu paguei para fazê-las. Claro que você pode conseguir uma superpromoção e fazer coisas incríveis com menos dinheiro, da mesma forma que você pode querer ficar em hoteis 5 estrelas e daí o meu mízero orçamentinho não dá nem pra 5 dias… Os valores que eu vou passar são referentes a uma viagem de classe média como a que eu fiz, que tenta economizar o máximo que dá, mas também não dorme em hostel e não abre mão de conhecer lugares legais e comer coisas gostosas, então reflita sobre as suas expectativas e condições financeiras depois de ver o meu cálculo.

Eu já postei o roteiro da minha viagem no blog (clique aqui para conferir), mas ao todo passei no Japão 19 dias, me hospedei em Osaka e em Tóquio, mas conheci outras cidades próximas fazendo bate e volta, o que foi bem prático e barato! Eu decidi fazer essa viagem em junho, portanto tive quase 3 meses para planejar tudo e achei o timing ótimo, deu tempo de fazer todos os roteiros, pesquisar atrações turísticas, tirar o visto e comprar a passagem com uma antecedência legal para conseguir descontos, aliás… Essa é a parte mais importante na hora de planejar os gastos com a sua viagem!

Passagem: eu comprei nossas passagens para o Japão durante um jogo do Brasil na copa do mundo, mas fiquei duas semanas pesquisando os melhores preços e condições dentro do nosso perfil. Como eu não tenho visto americano e não queria ter que lidar com mais uma burocracia para planejar a viagem, precisava de um voo com escalas no oriente médio ou algum outro lugar de trânsito livre para brasileiros. Tivemos sorte e conseguimos gastar exatos R$ 3056 por passagem, com taxas inclusas, pela Qatar Airlines, que é uma das melhores companhias aéreas do mundo. O nosso voo fez escala no Qatar, que além de ter um aeroporto lindo, confortável (ficamos 8 horas lá moscando)  e com internet wi-fi grátis de ótima qualidade, ainda não pede nenhum visto desde que você não saia para conhecer a cidade. Hoje em dia está praticamente impossível conseguir esse preço em duas passagens, porque o dólar subiu muito, então vale a pena pesquisar bastante e ficar de olho em promoções… Geralmente quem tem visto americano e pode fazer escala por lá consegue bons preços! Eu tenho pesquisado passagens para o Japão recentemente e o melhor preço até agora é R$ 3700 sem taxas por pessoa.

Visto: se tem a parte chata de ser meio burocrático demais, uma coisa ótima do visto japonês é que ele é bem baratinho e você só paga se realmente for aprovado… Mas se você for recusado também, perde um dinheirinho com cancelamentos de passagens, hotéis e outras coisas, afinal só dá pra dar entrada no visto depois te ter toda viagem planejada! A taxa consular é de R$ 65 para uma única entrada e caso você queira fazer como eu e conhecer outros países, mas retornar ao Japão no fim da viagem, precisa pedir mais uma entrada, que sai por R$ 130.

Hotéis: eu já fiz um post mostrando todos os hotéis que ficamos durante a nossa viagem, com preços, fotos dos quartos e todos os outros detalhes (clique aqui para ler). São hotéis 3 estrelas em regiões de fácil acesso, em Tóqui, por exemplo, para mim era importante ficar num raio de 1,5km da estação principal de Shinjuku da linha JR, mas se você não tiver essas frescuras, pode conseguir preços bem melhores! Para 5 dias de hospedagem em quarto de casal em Osaka gastamos R$ 510. Já em Tóquio gastamos R$ 2230 para 13 noites em quarto de casal… Mas em outros bairros dá pra conseguir 13 diárias de casal por até R$ 1292! Então vale a pena pesquisar bastante em sites como booking.

Transporte: se tem uma coisa que pode ser surpreendentemente cara no Japão é transporte, como metrô, trens ou o famoso Shinkansen, que é o trem bala! Muito se fala a respeito do Japan Rail Pass e eu ainda farei um post só sobre ele, explicando mais sobre como funciona, quando vale a pena e quando não vale. No meu caso, só valia a pena utilizá-lo no período que fizemos viagens intermunicipais, já que dentro das cidades a passagem é mais barata e a gente anda muito a pé. Eu fiz as contas minuciosamente, dá pra ver no meu roteiro, então se você quer economizar ao máximo, faça as contas também! Compramos o Japan Rail Pass de 7 dias e ele saiu por R$ 630 (para uma pessoa). Para transportes que não seriam cobertos pelo JRPass eu calculei mais R$ 412 por pessoa, mas no fim das contas acho que dá pra colocar esse gasto dentro da verba da comida, se você não quiser comer coisas caras o tempo todo e conseguir se organizar para economizar nas refeições.

Gastos diários (alimentação e entradas): se tem um lugar totalmente democrático na hora de comer, definitivamente é o Japão! Existem opções muito gostosas de todos os tipos de comida, por todos os preços. Então quem não come peixe cru vai conseguir opções bem legais por ótimos preços, mas quem não abre mão de um delicioso sushi (como eu!) também vai poder comer bem sem gastar muito. Eu calculei R$ 100 por dia por pessoa para gastar com isso, porque era uma coisa que eu realmente não tinha muita noção… E como eu amo comer e esse é um dos principais atrativos de viagens para mim, não poderia faltar verba para experimentar tudo o que eu quisesse, né? Acho que esse calculo foi o que fez sobrar dinheiro pra mim na viagem, porque mesmo quando a gente comia coisas mais caras e fingia que o restaurante de sushi era rodizio, cabia na nossa verba com folga… Folga essa que foi toda gasta na H&M, como vocês podem ver nos videos de comprinhas hahahaha. Não fui em nenhum restaurante chique, mas comi bem todos os dias, ainda experimentei muitos doces e bebida coisas a cada 30min, porque estava muito calor e andávamos muito. Ao todo levamos cada um R$ 2000 para gastar com alimentação e pagar entradas para atrações turísticas, que não são muito caras por lá, foi ótimo! Mas se você não se liga tanto em comida e quer economizar, acho que dá pra tomar café da manhã na loja de conveniência (tem delicias lá!) + almoçar em um restaurante de gyudon + fazer um lanche da tarde (ou comer mais gyudon) + jantar em lugares econômicos (tipo comer 10 peças de sushi no restaurante de esteira) por R$ 60 o dia. O negócio é você gostar de gyudon, porque lá esse tipo de comida é muito barata, tem uma váriedade de combinações gostosas, muitos restaurantes por todos os lados e alimenta bastante para um dia de caminhadas!

Compras: isso vai de acordo com as possibilidades e vontades de cada um, né? Eu tava achando que nem ia comprar nada por lá (só uma câmera nova que eu tava precisando e já tinha planejado), no máximo uns souvenirzinhos e mesmo assim já fui viajar feliz da vida! Chegando lá me surpreendi, tudo era mais barato do que eu imaginava e meu dinheirinho acabou sobrando pra me jogar nas compras, mas se não tivesse dado pra fazer isso a viagem teria sido incrível da mesma forma! Não vou colocar valores para essa categoria, cada um gasta o que pode, mas se você quiser ter uma ideia de quanto as coisas custam, vale a pena dar uma olhada nos meus videos de comprinhas… Eu falo o preço de tudo!

Depois de avaliar todos esses tópicos fica fácil saber quanto custa pra realizar o sonho de ir ao Japão, né?! Hoje em dia, se eu fizesse exatamente a mesma viagem, por causa da variação no preço da passagem por causa do dólar eu gastaria mais ou menos R$ 10.000. Mas se eu conseguisse pagar o preço que eu paguei na passagem quando comprei (em alguma promoção, talvez…) e optasse pelas soluções mais baratinhas que eu sugeri aqui, daria pra fazer uma viagem de 20 dias gastando a partir de R$ 7500! Como eu disse no começo do post, esses são valores que podem variar, tudo depende da cotação das moedas, da data da sua viagem e de quais são os seus objetivos quando conhece um lugar novo. Mas com os valores orçados já dá pra sonhar, né? E principalmente, começar a planejar pro sonho se tornar realidade! Espero que tenham gostado do post, se vocês tiverem dicas sobre o tema ou quiserem sugerir novos assuntos para o ano de 2015 aqui no blog, por favor deixem nos comentários <3

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Gundam Front Tokyo

Desde que voltei do Japão, eu, Raoni Marqs, sinto saudade de qualquer coisa que eu me lembre de lá. É verdade que a maioria delas é sobre comida (oh, delicioso sushi!) e muitas são só sobre a sensação de estar lá (era tão tranquilo…). Mas a mais recorrente não tem a ver com nada disso.

Aquele país é um lugar muito mais mágico, impressionante e agradável do que eu imaginava: as pessoas são educadas e prestativas, os lugares são lindos, limpos e organizados, os brinquedos são incríveis e baratos e as comidas são todas deliciosas.

Mas o melhor lugar no Japão não pode ser comido nem comprado; você não pode conversar com ele, andar nele, entrar nele e ele não faz muita coisa; ao contrário de centenas de pontos turísticos que estão lá há centenas de anos, esse foi erguido em 2009…

A coisa mais legal lá foi ver a estátua de 18 metros do Gundam RX-78-2: o modelo original da primeira série Gundam que estreou em 1979.

Pra ter uma ideia de quanto tempo isso faz, 79 foi quando o Sid Vicious do Sex Pistols morreu, a Margaret Thatcher foi eleita pela primeira vez, o Adam Levine do Maroon 5 estava nascendo e o McDonald’s inventou o McLanche Feliz: 1979 faz muito tempo.

Tudo o que aconteceu naquele ano já mudou loucamente: o Sid Vicious virou um mártir antigo; a Margareth Thatcher já virou heroína, vilã e heroína de novo; o Adam Levine já é uma das pessoas mais famosas no planeta e a gente tem certeza de que o McLanche Feliz sempre existiu.

Mesmo assim, o Gundam RX-78 continua uma obra-prima – não importa quanto tempo passe e quantos novos robôs fiquem famosos, esse ainda é discutivelmente o robô mais legal de todos os tempos.

Se você não sabe a história da gloriosa franquia Gundam, o segredo do sucesso dela não foi só o design magnífico do herói (e do vilão, o Zaku II), mas foi a ideia de que os robôs gigantes nesse universo eram máquinas construídas em série como armas pra fins bélicos, como Tanques ou Jatos.

(ele não era tão legal em 79…)

Todo robô gigante anterior ao Gundam era uma criatura mágica, companheira fiel de alguma criança boa. Mas aqui, robôs eram armas enormes que podiam não funcionar direito, precisavam de consertos – eles eram veículos e não personagens.

Justamente por isso, a estátua em escala real do Gundam RX-78 em Odaiba, a Conney Island de Tóquio, é tão legal: cumprindo esse propósito de ser uma máquina, o Gundam não só é exatamente como no anime, como ele é coberto de avisos e instruções em cada pedacinho do corpo dele.

Assim como portas de aviões, o interior de vagões do metrô ou até tampas de panelas elétricas, o Gundam é forrado de alertas como “Aviso: Porta Móvel”, “Apenas pessoal autorizado” ou “Trava Manual” – o modelo todo está forrado desses.

Mas não é preciso olhar tão de perto pra gostar dessa atração: de dentro do Diver City, o shopping onde fica o RX-78, já dá pra ver os pezinhos desse monumento à nerdice.

Quando você sai pelas portas do shopping, você dá de cara com as costas dele e já é uma das sensações mais surreais da sua vida (se você tiver um coração).

O Gundam tem uns 18 metros e fica na área externa de um shopping. O Cristo Redentor tem 31 metros, fica no topo do corcovado e foi eleito uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo Moderno.

Não me leve à mal: o Cristo Redentor é incrível. Mas o Gundam é mil vezes mais legal. Não é uma questão de religião ou respeito ou qualquer critério que possa passar pela sua cabeça: um robô gigante em tamanho real simplesmente desperta muito mais emoções em mim do que todas as coisas que eu já vi na vida.

Como se não bastasse, o Gundam ainda acende luzes, mexe a cabeça e solta fumaça dos exaustores no peito dele o dia todo. Mas, durante a noite, todo um show de luzes acontece enquanto um anime exclusivo de 11 minutos é exibido num telão de 32 metros por 11 metros e meio atrás do Gundam – incluindo os pilotos que aparecem dentro do cockpit!

Esse show rola toda noite, às 19:30, 20:30 e 21:30, e todo mundo se senta aos pés do robô gigante antes de começar. É uma verdadeira comunhão: várias pessoas sorridentes esperando pra assistir um vídeo com um show de luzes feitos só pra acompanhar uma réplica de um robô de 18 metros que já é incrível por si só.

Em Odaiba está o prédio da Fuji TV, mais conhecido como o cenário da batalha contra o Myotismon em Digimon Adventure 02; a Daikanransha, uma das maiores rodas-gigantes do mundo; o Baratie, do restaurante temático do One Piece; o Joypolis, um parque de diversões indoor da Sega; e mais um punhado de coisas…

Nenhuma delas foi mais legal do que só olhar para o Gundam.

Pra quem é do rolê, logo ao lado do RX-78 tem um container onde eles vendem muitos kits de robôs da série pra você montar – com vários modelos que eu só vi por lá e em uma ou outra loja especializada com um acervo enorme.

Do outro lado está o Gundam Cafe, onde eles vendem capas para celular, pratos, hashis, cadernos e todo tipo de coisas em formatos ou tema de Gundam (até crepes no formato do RX-78 eles tinham). É só entrar e comprar tudo o que der vontade.

Além disso tudo, pra quem ainda estiver ávido por mais e mais robôs, no sétimo andar do Diver City (o shopping onde está o Gundam) está o Gundam Front, um mini parque de diversões/museu sobre toda a série Gundam (onde eu e a Helô nem conseguimos ir porque não deu tempo). Lá eles tem mais produtos, mais robôs e tudo o que você pode querer nessa vida que tenha Gundam no nome. A entrada custa 1.000 ienes e você pode comprar na hora.

Se você está indo para o Japão e vai passar por Tóquio, faça um favor a si mesmo e faça uma pequena viagem de trem até Odaiba para visitar esse monumento ao maior robô gigante na história dos robôs gigantes. Se você tem o menor espacinho para robôs no seu coração, vai valer cada segundo.

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Japão e Coréia do Sul: o roteiro da minha viagem!

Sabe aquelas coisas que a gente rabisca, reescreve, calcula, rabisca de novo e muda tanto de ideia que nós sabemos o que significa? Digamos assim que o meu roteirinho para conhecer o Japão e a Coréia do Sul é mais ou menos assim! Eu amo planejar coisas e pesquisar viagens, mas às vezes sou tão obcecada e minuciosa, que só eu entendo os detalhes hahahah.

Apesar disso muita gente me pediu pra postar meu roteiro aqui e eu vou citá-lo em muitos posts que entrarão aqui no blog nos próximos dias, por isso achei melhor compartilhá-lo com vocês, mesmo com a minha baguncinha hihihi. Até porque ter um roteiro detalhado é extremamente necessário para conseguir o visto japonês, uma vez que eles pedem reservas de hotéis, perguntam sobre pontos turísticos e sobre várias outras coisinhas que te impedem de fazer aquela loucura libertadora que é chegar em um destino sem saber o que fazer, sem reservas e sem saber onde você está se metendo. Quando fiquei sabendo dessa exigência me assustei um pouco, porque pensei que ia ser bem difícil planejar sozinha a minha viagem para o Japão, mas no fim foi mais fácil e prazeroso do que eu imaginava, mal posso esperar para começar tudo outra vez!

Sobre a Coréia, infelizmente eu não tenho esquematizado tudo o que eu fiz em cada dia, porque precisei organizar boa parte do roteiro quando cheguei lá, por causa de um passeio na Zona Desmilitarizada que tinha um agendamento meio confuso, mas que eu explico melhor em outro post. Acabou que achei melhor assim, porque alguns passeios que eu vi na internet (no próprio site de turismo de Seul) e que fiquei morrendo de vontade de fazer, quando cheguei nos endereços descobri que não existiam mais (o Museu do Kimchi é um deles, tirem dos seus roteiros…), então foi bom ter liberdade pra montar o roteiro na hora e fazer o que dava na telha por lá! Mas no Japão o planejamento foi realmente fundamental, então se você pretende fazer essa viagem em breve e ainda tá meio na dúvida de como se organizar, confira abaixo o meu humilde roteirinho:

  • 10/09: saída de São Paulo às 2h45. Chegada em Doha às 23h.
  • 11/09: saída de Doha às 7h35. Chegada em Tóquio às 23h25, aeroporto de Haneda.
  • 12/09: Tentar trocar o JRPass em Haneda, se não conseguir, ir até Shinagawa para trocar o JRPass e de lá, viajar para Osaka (Kodama Train/4h). Hospedagem no hotel For Leaves Inn Uehonmachi.
  • 13/09: Osaka – Hotel For Leaves Inn Uehonmachi (passeios em Namba e Shinsekai) Kaiyukan Aquarium Osaka (2300 ienes cada ingresso + 650 ienes metro, sobe da Tsuruhashi e desce na Osakako).
  • 14/09: Osaka – Hotel For Leaves Inn Uehonmachi (passeio em Nara) Ir ate JR Nara e andar até Todaiji Temple (500 ienes para entrar)
  • 15/09: Osaka – Hotel For Leaves Inn Uehonmachi (passeio em Kyoto) Fushimi Inari Shrine (lugar com vários toriis, tem que pegar metro JR), Gion Street (rua das gueixas), Internacional Manga Museum (800 ienes), Nishimi Market.
  • 16/09: Osaka – Hotel For Leaves Inn Uehonmachi – Castelo de Osaka (600 ienes) – Pegar o metrô na Tsuruhashi JR.
  • 17/09: Ir Para Tóquio – Hospedagem no Hotel Listel Shinjuku
  • 18/09: Tóquio – Hotel Listel Shinjuku – Odaiba –  Diver City Tokyo (1040 ienes + 1200 ienes para ver Gundam)
  • 19/09: Tóquio – Hotel Listel Shinjuku – Ghibli Museum (1000 ienes de entrada + 440 ienes de metrô)
  • 20/09: Tóquio – Hotel Listel Shinjuku – Passeio em Akihabara (340 de metrô)
  • 21/09: Tóquio – Hotel Listel Shinjuku – Tokyo Game Show (1200 ienes de entrada + 1280 de metro)
  • 22/09: Tóquio – Hotel Listel Shinjuku – Tsukiji Fish Market – chegar às 4h30 da manhã – Torre de Tóquio (1600 ienes para entrar + 400 ienes de metrô), Centro Pokémon.
  • 23/09: Tóquio – Hotel Listel Shinjuku – Passeio em Shibuya (320 ienes de metrô) ver a estátua de Hachiko.
  • 24/09: Tóquio – Hotel Listel Shinjuku – Dia Livre
  • 25/09: Tóquio – Hotel Listel Shinjuku – Dia Livre (ir em Hakone ou talvez na base militar)
  • 26/09: Tóquio – Hotel Listel Shinjuku – Passeio em Azakuza (340 ienes de metrô)
  • 27/09: Tóquio – Hotel Listel Shinjuku – Passeio em Ginza (400 ienes de metrô)
  • 28/09: Tóquio – Hotel Listel Shinjuku – Passeio em Harajuku (300 ienes de metrô)
  • 29/09: Ir para a Coréia do Sul saindo do Aeroporto de Narita às 17h. Chegada em Seul às 20h. Hospedagem no Saerim Hotel.
  • 30/09: Seul – Saerim Hotel
  • 01/10: Seul – Saerim Hotel
  • 02/10: Seul – Saerim Hotel
  • 03/10: Seul – Saerim Hotel
  • 04/10: Seul – Saerim Hotel
  • 05/10: Seul – Saerim Hotel
  • 06/10: Seul – Saerim Hotel
  • 07/10: Seul – Saerim Hotel
  • 08/10: Retorno para Tóquio. Saindo de Seul às 10h e chegando ao Aeroporto de Narita 12h30. Hospedagem no Hotel Best Hotel – Passeio em Shibuya
  • 09/10: Tóquio – Dia livre em Shinjuku – Sair para o aeroporto às 18h.
  • 10/10: saída de Tóquio 1h da manhã, aeroporto de Haneda. Chegada em Doha às 6h40. Saída de Doha às 8h. Chegada em São Paulo às 16h40.

Os sites que eu usei como referência na hora de montar meu roteiro foram japan-guide e Hyperdia… Sem eles acho que teria sido impossível planejar essa viagem sozinha, então já coloquem nos favoritos.

Sobre os hotéis que estão indicados no meu roteiro, eu já fiz um post aqui no blog falando de cada um deles, então se você procura por opções de hospedagem bem localizadas, mas que não custam uma fortuna, clique aqui para saber mais! Vale lembrar também que os valores citados no roteiro são por pessoa e que as passagens de metrô podem ter seus preços alterados de acordo com a estação de embarque, eu estava hospedada pertinho da estação Shinjuku-JR, então se você estiver pelas redondezas não deve fazer muita diferença. Na próxima segunda-feira também entra aqui no blog um post detalhando todos os gastos que tive na viagem e ainda alguns orçamentos de como seria possível realizar esse sonho da maneira mais econômica do possível… Então se você ainda está na fase de juntar dinheiro, talvez tenham dicas muito legais aqui no blog! <3

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