Sukiya

Apesar de valorizar muito o hábito de fazer as refeições sempre em casa, às vezes gostamos de passear por aí e experimentar comidas diferentes. Assim eu descobri a minha nova rede de fast food favorita: o Sukiya!

Adoro comer Gyu-don, meu padrasto faz um incrível, porém nunca imaginei que fosse chegar tão rápido ao Brasil uma rede que oferecesse Gyu-dons gostosos, saudáveis e tão baratinhos. Felizmente chegou, no começo do ano passado e está se espalhando cada vez mais pelas ruas de São Paulo.

O GYU-DON é um prato que consiste em carne de vaca cozida no shoyu, fatiada e com cebola, servida sobre uma farta porção de arroz e alguns outros temperos e condimentos, que fazem desta uma refeição tão customizavel (e com versões tão…. estranhas).

No Japão esta refeição é super famosa, quando bate a fome é muito mais comum a galera bater esse prato de arroz com carne do que comer um Big Mac, então além de delicioso, acho que não deve fazer mal, afinal japoneses são lindos e magros, né.

O Sukiya foi fundado em 1982 e sempre se dedicou apenas a esta receita, nos restaurantes deles não tem mais nada para vender, só variações deste prato, então se você acha que não encara essa carninha, nem vá.  Atualmente a rede possui aproximadamente 1748 lojas em todo o Japão, é a maior vendedora de gyu-don do mundo e promete trazer 1400 lojas no Brasil até 2014 (nós somos a primeira nação a receber filiais deles fora do Japão), então você vai acabar experimentando.

O meu prato favorito lá é o Gyu-Don com Negui-Tama, que é carne + cebola + arroz + cebolinha fatiada + ovo praticamente cru. É tão delicioso, gente, eu poderia comer isso todos os dias da minha vida, rezo pra abrir um perto do meu trabalho, um sonho.

Os atendentes são sensacionais. Eu não costumo ver atendimento assim nem em restaurantes caros, imagina num fast-food que a refeição não costuma custar mais do que R$ 15,00. Chocante mesmo, não sei que tipo de treinamento eles tiveram, mas se você for abrir um negócio, contrate a mesma empresa de RH, incrível.

Em São Paulo já estão abertas 8 filiais deles, uma delas é 24horas e fica na Rua Augusta. Os endereços são ótimos e estratégicos, então certeza que dá pra você experimentar sem se deslocar muito. No site deles tem todas as localizações e o cardápio, com preços e fotos dos pratos.

 

Ficou afim? Quem for comer lá me conta! Beijo.

Survive Style 5+

Eu não sou fã de muitas coisas nessa vida, mas pode ter certeza que de uma coisa eu sou fã: Survive Style 5+.

Desde que eu o assisti (há uns 3 anos), já revi mais de 40 vezes e a cada cena ele confirma os motivos de ser meu filme favorito.

Lançado em 2004, este é o filme mais nada a ver de todos e provavelmente por este motivo é o que mais faz você pensar a respeito. É tipo um ‘Babel’ com cenários mais lindos e problemas mais legais pra resolver.

Os 5 modos de sobrevivência são:

1. Um homem que mata sua mulher, várias vezes, pois ela nunca morre;
2. Um britânico e seu intérprete japonês, ambos assassinos de aluguel;
3. Um casal formado por uma publicitária workaholic de talento duvidoso com idéias e um apresentador sexy, narcisista e brega de showbiz;
4. Um japonês pai de uma família fofa, que foi hipnotizado e age como uma pomba;
5. Três amigos indecisos sobre sua sexualidade.

Não encantou só a mim, SS5+ rendeu ao seu diretor, Sekiguchi, prêmios como melhor diretor no Montreal Fantasia Film Festival e também no reconhecido evento coreano Pusan International Film Festival como filme mais escolhido pela audiência. Também está na lista dos ‘50 melhores filmes de terror de todos os tempos’, segundo o IMDB, apesar de eu não entender a razão, porque definitivamente não tem nada de terror nele, hahahaah.

É muito legal acompanhar as histórias, todas passam uma mensagem. Não é um filme linear, normalmente eu me incomodo um pouco com cenas surreais, mas até mesmo a cena em que uma mulher cospe fogo me cativa nesse filme.  Os fãs do filme acreditam que ele funciona como os sonhos, totalmente baseados em simbologia, nos transmitem mensagens comuns através de situações absurdas.

O papai que vira galinha, por exemplo, é uma situação surreal e até mesmo engraçada, mas serve apenas para ilustrar um conflito entre ele e a visão de sua família, que não o aceita mais. Fica implícito que há modos alternativos de sobreviver, amar e encarar a vida.

Não vou contar muito, porque quero que vocês tenham surpresas, ao invés de já saber qual é a historia de cada um dos modos de sobrevivência. Quem sabe se vocês tiverem a mesma experiência surpresa que eu tive na primeira vez não acabam fãs também, né?

Não é um filme que você vai conseguir encontrar na locadora, infelizmente. Mas internet ta aí pra isso, eu recomendo de coração <3

 

AAAH! Já ia esquecendo, hoje a coluna do meu marido, #GONGSHOW no Box de Séries, é toda sobre as minhas preferências na hora de assistir televisão! Ele fala de vários programas que eu gosto e conta como isso afeta drasticamente a qualidade de vida dele. Ri demais lendo o post (ri da minha própria cara, né? hahahaha), entrem lá pra ler e considerem como dicas de ótimo entretenimento (apesar dele discordar, né). Beijo!

Katamari Damacy

Desde pequena eu aprendi e adoro jogar videogame. Na casa dos meus pais sempre tiveram vários consoles e na minha casa eu e o meu marido estamos indo pelo mesmo caminho.  Sempre que dá tempo eu jogo e apesar de ser obcecada por Mario Kart e focar minhas energias praticamente só neste jogo, eu tenho um jogo muito mais favorito no mundo, que infelizmente já fechei/zerei/acabei muitas vezes e não tem um modo online interessante ;(

Katamari Damacy, We Love Katamari, Katamari Forever, Katamari Earthquake, Me and My Katamari:[bb] sou apaixonada por todos os jogos da franquia, de todas as plataformas. Além dos bichinhos serem muito fofos, o jogo não viaja muito em se levar a sério, tem boas noções de física e os movies/filminhos são tão engraçados que você nem vai querer pular!

No jogo você é um principezinho (um cousin!) que ganha a missão de reconstruir estrelas, constelações e luas do seu querido e adorável pai, o Rei do Cosmos, já que a coleção dele foi totalmente destruída.  O jogo é muito fácil de jogar e não dá pra ninguém ficar perdido com os controles, acaba sendo super óbvio. Você só precisa controlar o príncipe enquanto ele rola uma bola mágica e muito adesiva, chamada Katamari. A sua bolinha vai crescendo e dependendo do tamanho que você conseguir, ela se transforma em estrela ou constelação.

Ao desenvolver da franquia, os jogos continuam bem parecidos e o que mudam são as situações: em We Love Katamari, por exemplo, uma senhora quer flores para plantar um vaso, então ela te leva em um ~grande e bonito~ jardim, daí você cata as flores (e vegetais e qualquer coisa que tiver no caminho) pra levar pra ela. Também tem uma fase que o lutador de sumo tem uma luta e precisa ficar mais gordo e mais forte, então você rola por cima de várias comidas pra ele (louco é pouco). Não vou contar coisas mais fantásticas e surreais pra vocês terem a mesma empolgação do efeito surpresa que eu tive.

Meu padrasto já fez uns bnonequinhos desses para mim <3
Os fãs vão a loucura (mesmo).

O cult por trás da diversão é que esse foi um jogo super conceituado academicamente, ganhou o prêmio da Academia de Ciências e Artes Interativas (o Oscar dos games, duh!) quando foi lançado, nas categorias design de jogo e inovação. Ou seja, sensacional. Pra mim Katamari é tipo um estilo de vida e o melhor passatempo para as suas tardes desanimadas.