Workshop de Cultura Japonesa

25 de maio de 2016

No mês passado eu convidei todo mundo para conhecer a minha escola de japonês e participar de diversas atividades ligadas à cultura japonesa, lembram? Mas na ocasião, infelizmente várias pessoas já tinham compromissos e não conseguiram ir, afinal é normal trabalhar ou fazer cursos aos sábados… Mas como quinta-feira é feriado, muita gente vai emendar o fim de semana inteiro e talvez essa seja uma ótima oportunidade para curtir um dia bem japonês na Aliança Cultural Brasil-Japão! 😀

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No dia 28/05 (sábado), a partir das 10 horas, a unidade São Joaquim da Aliança Cultural Brasil-Japão sedia o “Workshop de Cultura Japonesa“, com participação aberta a alunos, ex-alunos, familiares e interessados em geral. Todos estão convidados! :)  As atividades programadas para este Workshop são:

  • おりがみ (dobradura)
  • 日本のあそび (jogos japoneses)
  • かんじ (kanji)
  • そろばん (soroban)
  • まんが (mangá)
  • ぼんおどり (dança folclórica)
  • しょどう/すみえ (caligrafia/sumiê)

Os professores da Aliança serão os instrutores dos workshops, que tem duração de 50 minutos e acontecem em 4 horários: 10h00, 11h00, 14h00 e 15h00. Local: Aliança Cultural Brasil-Japão – Unidade São Joaquim (R. São Joaquim, 381, 6ºandar, Liberdade, São Paulo)
Informações: (11) 3209-9998/6420 ou e-mail: [email protected]org.br

  • As vagas são limitadas (20 participantes por turma).
  • Participação gratuita para alunos da ACBJ e público em geral.
  • É necessário fazer reserva na secretaria da São Joaquim, pessoalmente, por email ou telefone.
  • Caso não possa comparecer, avisar a secretaria com antecedência de 24h

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ATENÇÃO – por questão de respeito aos alunos da ACBJ e aos demais interessados no evento, todos os participantes que confirmarem presença através do contato com a secretaria, mas não participarem do evento, estarão proibidos de participar dos próximos 3 eventos organizados pela Aliança. Caso você tenha feito a sua inscrição, mas por algum motivo não puder comparecer, avise a secretaria, pelo email saojoaquim@aliancacultural.org.br, com antecedência de pelo menos 24 horas.

Alguém vai? Alguém foi no último? Tem algum workshop que vocês gostariam de fazer por lá? Me contem nos comentários! Mil beijos e até mais tarde <3 

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Músicas de violência no Shazam

24 de maio de 2016

Você, pessoa evoluida que lê o meu blog e quer viver em um mundo melhor, com certeza sabe que violência contra a mulher é algo horrível que precisamos combater e que além disso, é crime… Mas será que as os artistas responsáveis pelas músicas que você ouve também pensam assim? A nova ação do Estadão em parceria com o Disque Denúncia e o apoio do Shazam fala justamente sobre isso e é incrível!

musicas

Eu adoro o Shazam, porque sinceramente nunca sei quem canta as músicas que tocam por aí, então quando ouço algo que acho que vale a pena ouvir de novo depois, recorro ao aplicativo para saber do que se trata, quem canta e às vezes até mesmo o que a música diz, no caso de idiomas exóticos. Mas a questão é que poucas pessoas param pra pensar nisso, geralmente nem reparam nas letras das músicas e quase ninguém vai atrás de saber o que os artistas realmente têm na cabeça… E isso deveria ser um critério importante na hora que escolhemos o que vamos ouvir no nosso dia a dia. Eu não ouço música com frequência, então penso muito nisso, porque geralmente eu não curto as coisas que todo mundo curte justamente pelo fato de que não compartilho dos mesmos ideais. Pois é gente, ser chata às vezes é mais cansativo do que vocês imaginam, rs.

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musicas-2Mas tendo ideias assim como base, o Estadão criou, em parceria com o Disque Denúncia, uma ação maravilhosa, que eu realmente admirei muito e que gostaria que ganhasse todos os prêmios do mundo. Agora, quando alguém usar o Shazam para identificar uma música que faz apologia à violência contra a mulher, essa música será sinalizada! E mais do que isso, após ouvir o trecho que confirma o reconhecimento da música, o usuário vai ouvir também um depoimento de alguém que foi vítima de algo parecido com o que a letra da música retrata:

É claro que esse é um pequeno passo para evitar que manifestações de violência e preconceito estejam presentes nas letras das músicas, até porque o Shazam não é tão utilizado aqui no Brasil, mas com certeza os usuários atingidos pela sinalização vão achar muito menos ~legalzão~ ouvir alguém cantando e curtindo em cima do estupro de alguém, depois de ouvir a história de quem realmente já sofreu muito por causa de uma situação dessas, né? Bem que o Spotify podia dar um jeitinho de criar algo assim também, com certeza um número muito maior de pessoas seriam impactadas! Até agora a ação do Estadão com o Shazam já impactou mais de um milhão de usuários 😀

E aí, alguém também adora o Shazam? Mais alguém realmente se incomoda em procurar o conteúdo das letras e a biografia dos artistas antes de inserir músicas novas no dia a dia? Me contem nos comentários! Mil beijos e até mais tarde <3

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